sexta-feira, 19 de janeiro de 2007


Espinho Vereda

Dedico este poema a mim mesmo,
Ao meu descaso com meu corpo,
A minha irregularidade de alma
E a todo este meu desconforto!

Não consigo fazer-me entendido
Nem tão pouco faço voz a canto.
Deslumbro a fama de alguns inimigos
Fazendo de socos em facas o meu confronto

É difícil acrescentar sociabilidade
A quem nunca conseguiu pensar como o outro
Assim como dificulta a busca da verdade
Por este caminho tão tortuoso!

E seguimos de peito aberto,
Do pelotão o primeiro soldado,
Sendo o primeiro que cai dando o exemplo
De como deve ser o inimigo derrotado!

Aí sim ditosa será nossa sorte
Quando nosso corpo na fogueira queimado,
Para que depois da morte herdemos a gloria
Pela vitória de quem se fez aliado!

2 comentários:

  1. O que dizer da alma deste poeta amigo
    que ele é um portuga puto rsss sim ele é , mas sei que de tudo há um pouco
    há um pouco de amor
    de dor
    de alegria
    de choro
    de vida e de sofrimento
    que ao misturar temos o estilo C de ser
    de viver
    de estar e de conhecer
    Parabéns Poeta por tua iniciativa e por teu dom]
    beijos ops ..miojos..ops..talharim rss SAMANTHA

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  2. tirei a tarde p ler um pouco....to adorando....
    ...saudade de vc cabeção...
    beijos

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