sexta-feira, 19 de janeiro de 2007


Ser humano


Me deixe em paz, sádico mortal. Ainda se achas superior, mas lhe digo a verdade, mesmo sabendo que a verdade dói, machuca tal qual faca na carne viva.
És podre rastejante, o mais baixo verme escravo atômico de um submundo, inerente a escoria que somos nós.
Sua inércia me enoja, sua hipocrisia me retém a estado de pena,..., para quê ter pena, se não a possui. Infliges a lei que criou para te proteger,..., sem lei,..., você tem gosto de burlar a lei -- és verme -- não me aceitas porque tenho coragem de dizer quem és, tu és humano, como todos nós.
Seu paraíso está longe, -- Você o faz longe -- se acha superior, -- por isso seu paraíso está longe --, acima de erros, de amor, de dor, -- tu és a dor em pessoa --, não sabe o que é paz. Já se esqueceu das tardes com os amigos,..., porque não tens mais amigos, somente tardes solitárias!
Tua mão; carrascos com espadas de fogo, rajadas mortais! Matam, ferem, abusam, ignoram! És morto, ferido, abusado, ignorado!
Tu és homem ou mulher, és tudo, a destruição!

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