segunda-feira, 10 de setembro de 2012

1º Festival de filme de skate



Estreia, no dia 14, o primeiro festival de filme e documentários sobre Skate, o esporte radical mais praticado no Brasil.
Por Diego Calvo
Foto Reprodução 

Sim, meus caros leitores, este blogueiro que vos escreve em linhas de acidez, já foi um entusiasmado skatista na década de 90, participando da cena de forma ativa e andando nas ruas da periférica região leste da capital paulista. Por isso, resolvi indicar este festival.

O BR-1 Skate Film Festival ocorrerá no Cine Olido, na capital. A mostra começa no dia 14 às e vai até o dia 20. Confira no site dos caras www.brskatefilmfestival.com.br.

O primeiro filme a ser rodado é o Silly Society 1, primeira da famosa série na década de 90 que mostrava manobras dos skatistas famosos.

Esta mag era filmada, editada e distribuída (além de participações especiais) por Cris Mateus, um ícone no vertical e na cena da década de 90. Eu e meus amigos, de posse de uma Silly Society, ficávamos horas assistindo e voltando o filme para ver as manobras com mais detalhe.
Para vocês terem uma ideia, no vídeo cassete lá de casa, eu assistia ela, a 411, qualquer fita com o Rodney Mollen, filmes pornô e só!

 A mostra encerra no dia 20 com o documentário Dogtown And Z-Boys, que fala do inicio do esporte na Califórnia.  

Para quem não sabe, os Z-boys, ou Z-team, era formado por Jay Adams, Stacy Peralta, Tony Alva, Shogo Kubo, Bob Biniak, Nathan Pratt, Jim Muir, Allen Sarlo, Chris Cahill, Paul Constantineau, Peggy Oki e Wentzle Ruml no inicio da década de 70.

Eles eram garotos pobres que, patrocinados por Skip, o proprietário da loja Zephyr (daí o Z), mostraram para os “boysinhos”,que participavam de campeonatos, o que era ser sakatista de verdade.
Eles invadiam as mansões e andavam de skate nas piscinas vazias quando não era temporada de férias, e ficavam lá até a polícia chegar e expulsando-os de lá.

Vale muito a pena ver o festival, ainda mais que a entrada é só 1 real.

Ps.: Este Post foi muito bom de escrever e dedico ele aos meus amigos Clayton Oliveira e Fabrício Krasovsk, que me acompanharam fortemente na época. Dedico, também, aos outros amigos, Gyrão (dono da revista Tribo), e ao Rodney, (dono da Shock, e parceiro nas horas incertas).

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