sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Muçulmanos e os quadrinhos


Maomé volta ao foco das atenções na revista satírica francesa, Charlie Hebdo

Por Diego Calvo
Fotos Reprodução

A revista satírica francesa, Charlie Hebdo, lançou um livro que conta a história do profeta do Islã, Maomé, em quadrinhos. A mesma revista foi responsável por publicar desenhos considerados ofensivos do profeta, que geraram protestos no oriente médio.

É de conhecimento público que alguns islâmicos não toleram certas brincadeiras, eles costumam responder com retaliações que vão desde um pum em um elevador cheio até jogar aviões em prédios gigantescos.

No entanto, Stephane Charbonnier, editor da revista, ilustrador da obra e “sacoroxense” (já que sua cabeça está a prêmio), disse que os desenhos não ofendem o Islã e que a história foi escrita embasada em livros escritos por autoridades da religião.

"É uma biografia autorizada pelo Islã, já que foi redigida pelos muçulmanos. É uma recompilação do que cronistas muçulmanos escreveram sobre Maomé e nós simplesmente colocamos em imagens", disse Charbonnier.

O problema é que a religião não permite que nenhuma imagem do profeta seja reproduzida. Pelo Twitter, Ibrahim Kalin, conselheiro do primeiro ministro turco, disse que “transformar a vida do profeta do Islã em personagem de quadrinhos é em si mesmo um erro."

O BC é a favor da liberdade de expressão e lembra que se alguém achar isso errado, que escreva aí embaixo.

E outra, agora falando em primeira pessoa, já tive muito contato com mulçumanos brasileiros e recomendo que conheçam a religião, vale a pena!     

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