quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Richthofen se casa com ex de Matsunaga


De assassina rica, à evangélica pobre e presidiaria, Suzane von Richthofen agora é uma lésbica talarica.


Por Diego Calvo

O amor é lindo, cheio de altos e baixos e com uma “pitada de emoção”. E não podia ser diferente. A notícia da semana é o casamento de Suzane von Richthofen com a ex de Elize Matsunaga. Quando eu escrevi “pitada de emoção”, neste caso, eu queria dizer um Niágara de emoções.

Vamos lá meu caro leitor, estamos falando só de gente boazinha. Como é sabido, Richthofen foi condenada por arquitetar a morte dos pais, a pauladas, e Matsunaga matou e picotou o marido, não necessariamente nesta ordem.

Como se não bastasse, a pivô desta história, a mulher que deu um trato nas duas (se é que me entendem), é uma sequestradora chamada Sandra Regina Gomes, ou, como é conhecida no país das causas bege, Sandrão.
Sandra Regina Gomes, Tida como "Barra pesada", foi
a pivô da encrenca toda - Foto: Reprodução.

As três trabalhavam na fábrica de roupas da prisão, onde Richthofen era da chefia. Matsunaga mantinha um bom relacionamento com Sandrão, mas aí, a loirinha gente boa que matou os pais, furou os olhos da picotadora e ganhou o coração de Sandra.

Suzane já possui um histórico de conquistas prisionais. Em outro presídio, duas funcionárias relataram que se apaixonaram pela pobre moça desamparada e davam regalias a ela. O caso só foi descoberto depois que as funcionárias brigaram por ciúmes.

Ela também delatou um promotor que teria se declarado para ela e prometido tirar a doce garota da vida do crime. O corajoso funcionário público nega as acusações.

Dizem que a tal Sandrão é quem manda na cadeia, é a "chefona" das presidiarias. Mesmo assim, ela é corajosa né?! Tá bom que nas outras duas pontas do triangulo amoroso há a Richthofen e a Matsunaga, que são gatinhas, mas se eu fosse ela, não conseguiria pregar o olho!

E para finalizar, vai uma frase da música da Legião Urbana:
“Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?”


Talarica: pessoa que canta, cobiça, xaveca a mulher do próximo(a). 

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