sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O caso Erick Garner e a polícia brasileira



A polícia dos EUA e a do Brasil abusam em seus atos de violência e burrice. Galera, hoje em dia todo mundo está sendo filmado! 


Por Diego Calvo

Duas notícias envolvendo abuso policial me chamou atenção esta semana. O primeiro aconteceu em meados de julho, nos Estados Unidos, país de primeiro mundo, carro chefe do planeta e, segundo estatísticas Roliudianas, único local onde se aterrissam discos voadores (a não ser no filme “Distrito 9”).

Eric Garner, 43 anos, estava em uma rua em Staten Island, em Nova Iorque, e os policiais suspeitaram que ele vendia cigarros contrabandeados. Partiram para cima do cara e, mesmo diante dos apelos de “não consigo respirar”, Garner, que era asmático, foi morto por asfixia depois de um “mata-leão” (ato de imobilização proibido pela polícia de lá).

Se Garner vendia cigarros do “Paraguai”? Não sei. Se ele era negro? Pouco me importa! Se todos os policiais envolvidos eram brancos? Com o perdão da palavra, foda-se! O que vi foram quatro homens, munidos da lei, matando uma pessoa porque ela não queria ser presa.

A pergunta é: Você mataria seu filho por ele não querer tomar um remédio? Vamos concordar que existem outros jeitos né? Eram quatro contra um... lembrei do Lula se masturbando agora. Cena horrível... voltando ao assunto, quatro contra um é número suficiente para imobilizar sem matar, mesmo contra os aparentes 200kg da vítima.    

Tento não pensar em preconceito. Mas diante de tantos casos parecidos, fica difícil não levar por este lado, eu sei.

Enfim, esta semana, o policial que o matou Garner foi absolvido. O que a população fez? Foi para as ruas e parou os EUA.

Triste!


Agora vamos ao segundo caso, ocorrido no Brasil, mais precisamente no Estado de São Paulo. Dizem que uma imagem vale por mil palavras, então vão logo três imagens. 

Tirem suas próprias conclusões. O policial realmente abusou da inclusão digital ou não? 



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